Desentupimento Águas Pluviais

Desentupimento Águas Pluviais

Desentupimento Águas Pluviais a chuva é um recurso natural capaz de auxiliar de forma considerável diversas atividades do dia a dia.

Principalmente se o aproveitamento de águas pluviais for feito de maneira correta. Para isso, é necessário instalar sistemas apropriados para essa finalidade. Em residências e comércios, por exemplo. 

As águas pluviais podem ser coletadas, preferencialmente, em coberturas dos edifícios residenciais, comerciais e industriais. O tratamento dessas águas deve prever filtração.

A possibilidade de substituição de parte dos volumes de água potável por água pluvial resulta em redução efetiva do consumo de águas potáveis, reduzindo custos e otimizando o uso de recursos hídricos em finalidades mais nobres.


Aproveitamento de águas pluviais:

O sistema consiste em captar, reservar e tratar a água proveniente das chuvas. Por meios tecnológicos simples e bastante econômicos. Ao passarem por esses estágios, as águas pluviais tornam-se boas para consumo.


O que é o Sistema de aproveitamento de Água Pluvial?

O sistema de aproveitamento de água de chuva para o consumo não potável consiste de um conjunto de elementos. De tecnologia relativamente simples e econômica, que objetiva captar e armazenar a água de chuva para o futuro.

O sistema é composto por: área impermeabilizada de captação, calhas e condutores verticais, filtros auto-limpante. Reservatório de descarte da água de limpeza do telhado (água da primeira chuva).


Aproveitamento de Águas Pluviais para:

-Lavagem de áreas internas e externas

-Limpeza e/ou lavagem de espaços públicos ou de serviços

-Limpeza de fogão e geladeira

-Lavagem de utensílios domésticos

-Limpeza de sanitário e box

-Limpeza de pisos, paredes e vidros

-Lavagem de veículos

-Descargas

-Irrigação de plantas e jardins

-Sistemas de aquecimento

-Combate a incêndio

-E outras finalidades


As águas pluviais e sua definição!

A definição do que são águas pluviais é motivo de dúvida para muitos. É comum a confusão com os conceitos de água fluvial e água nival, por exemplo. Sendo assim, é útil a diferenciação entre elas. 

Sabendo o que são, é possível entender qual o correto destino das águas pluviais. Águas fluviais querem dizer basicamente águas de rios. Em noticiários, por exemplo, é comum o uso das expressões “bacias fluviais”.

“Transporte fluvial” ou semelhante, que remete exatamente a esse termo. Ou seja, onde o termo fluvial está empregado, logo pode ser depreendido que se faz alusão a um rio.

Em tempos passados, como na época do descobrimento do Brasil, a principal forma para que se percorressem grandes distâncias era justamente a navegação fluvial – como a frota portuguesa chegou ao Brasil, aliás.

A expressão nival, por outro lado, é mais difícil de se ouvir. Significa um rio que é abastecido por águas que são originadas em neve derretida.

Nas aulas de geografia, é comum o professor ou a professora explicar a origem das águas do Rio Amazonas, que vem do degelo que ocorre na Cordilheira dos Andes.

Expostas essas duas, fica mais fácil entender o que são águas pluviais, que constituem no principal interesse deste artigo. Elas nada mais são do que as águas decorrentes das chuvas. 

Nas cidades, elas entram no sistema de esgoto, no que é conhecido como drenagem de águas pluviais. Quando isso não são absorvidas pelo solo, dão origem ao chamado escoamento de superfície.


Drenagem de águas pluviais em centros urbanos

Nesse último caso, podem ser criados alguns problemas de drenagem quando não existe um sistema adequado que receba a água decorrente da precipitação. Quando há excesso no volume de água.

Debilidade do sistema de escoamento e esgoto, poluição, entre outros – em resumo, situações preocupantes. Elas são vistas muitas vezes nos grandes centros urbanos do país. 

Não só as cidades como igualmente as residências podem sofrer com problemas na drenagem (as infiltrações ou o entupimento dos ralos, por exemplo), o que acarreta na necessidade da busca de um profissional que resolva.


Perigos do mau uso das redes pluviais

É importante também diferenciar o que são as redes pluviais em relação ao que são as redes de esgoto residenciais. São sistemas distintos, que quando confundidos ou mal utilizados geram uma série de problemas aos municípios.

A maior parte desses problemas é comumente vista nos dias de chuva em grandes cidades: enchentes, entupimentos de bueiros e valas, entre outros. 

Esses problemas trazem uma série de malefícios às pessoas que vivem nestes locais e dificultam o destino das águas pluviais. Os principais estão listados abaixo, de modo que devem ser evitados a partir de medidas preventivas.

Ou com a contratação de uma desentupidora de esgoto.


Qualidade da água:

A qualidade da água dos rios e lagos, que podem prejudicar em toda sua extensão, inclusive outras cidades e populações ribeirinhas que vivem às suas margens também são prejudicadas. 

Isso traz mais custos para o saneamento básico e prejudica populações que dependem dos rios para sobreviver.


Vazamento da rede: 

Uma rede sobrecarregada, pode facilmente entupir.


Doenças: 

Como é de se esperar e do conhecimento público, um deles é a proliferação de doenças, predominantemente ligadas a infecções intestinais. O tratamento inadequado favorece um ambiente propício a seres como as bactérias. 

Os serviços de uma desentupidora de esgoto são primordiais nesse caso.


Inundações: 

Quando há o problema acima, surgem outros efeitos negativos, como as tão conhecidas enchentes. Elas podem ocorrer em áreas urbanas e ribeirinhas, em bueiros urbanos e em toda extensão de rios.

As redes de esgoto são estruturadas para funções bem específicas e, via de regra, de pouca demanda de volume e de utilização momentânea. 

Descargas do vaso sanitário, água da pia e do tanque, da máquina de lavar roupa, chuveiro, entre outros, são exemplos. São utilizados apenas em determinados períodos e sem demandar tanto desta rede. 

Quando a água decorrente da chuva também é ligada indevidamente a essa rede, há uma potencial sobrecarga dessas tubulações, ocasionando em danos para o município, para as casas e, claro, para os próprios cidadãos.


Alagamento

A rede pluvial é aquela que realiza a drenagem da água até os rios e córregos. Elas são feitas por sistemas distintos, para que não se misturem as águas.

É de suma importância que se evite obstruí-las através de boas práticas: não descartar por essa rede restos de comida, lixo, bitucas de cigarro, preservativos, pedaços de papel ou remendos de pano, etc.

Uma alternativa econômica e ainda pouco explorada, é a reutilização dessa água, fazendo com que o destino das águas pluviais seja a sua própria casa. 

Algumas empresas e residências fazem projetos desse tipo, ambientalmente sustentáveis. A consequência básica da falta de tratamento de esgoto é que há uma drenagem de águas pluviais ineficiente. 

Em outras palavras, isso quer dizer que os efluentes são lançados diretamente na rede de esgoto. Isso vai parar nos rios urbanos, que são presentes na maior parte das cidades brasileiras, e causa efeitos nocivos na poluição.

Além disso, o contrário que também não pode ser feito. A água da chuva não pode ser despejada na rede de esgotos domiciliar, de indústrias e de comércios.

Caso essa prática seja feita, contribui para que a rede pública de esgotos fique entupida. Isso causa até mesmo outra possível intercorrência, que é o refluxo pelos ralos e vasos sanitários nos ambientes particulares.

E pelas valas em vias públicas. Com isso, afeta todo a rede de abastecimento de esgoto e as estações de tratamento. Por isso, essa é uma prática proibida por leis estaduais, que pode gerar punições para quem fizer.

Dependendo da região de domicílio. Em resumo, o esgoto doméstico não deve ser o destino das águas pluviais. Para efetuar uma boa educação ambiental da população, algumas medidas normalmente são recomendadas. 

A Sabesp, responsável pelo saneamento básico na cidade de São Paulo, pontua algumas medidas de bom uso a que é feita referência e acréscimos abaixo.