Fossa seca o’que é e suas diferenças e como são feitas

Fossa seca o’que é e suas diferenças e como são feitas

A fossa seca constitui-se de uma escavação feita no terreno, com ou sem revestimento, a depender da coesão do solo, de uma laje de tampa com um orifício que serve de piso e de uma casinha para sua proteção e abrigo do usuário. Tal dispositivo constitui uma solução sanitária individual, precária, para adoção em locais onde não exista rede de água potável.

Muitas localidades brasileiras não contam com redes de esgoto, nesses casos são utilizadas as fossas. Elas precisam de manutenção constante e é nessa hora que você pode contar com a Limpa Fossa Porto Alegre horas! Fazemos esse serviço com toda garantia de qualidade e eficiência!


Fossa séptica

Ela é construída de cimento ou alvenaria e consiste em uma cavidade que represa o esgoto para que ele seja consumido por bactérias. A fossa séptica separa líquidos de elementos mais densos que possam conter o esgoto. Ela é composta por três câmaras: a de decantação, que são decantados os resíduos suspensos.

Ade digestão, que utiliza as bactérias para consumir os resíduos decantados e a câmara de escuma que recebe o que não foi decantado.


Fossa negra

Esse modelo é mais rústico traz mais riscos ao local. Escavada diretamente no terreno, ela não possui revestimentos. Os resíduos caem diretamente no solo, sendo assim eles podem se infiltrar na terra, contaminando o ambiente e tornando-se mais prejudicial à saúde. Não deve ser utilizada próximo a poços e mananciais.

No caso da fossa negra, é preciso que seja esvaziada e tratada com mais frequência.


Fossa seca

fossa seca é construída para armazenar materiais sólidos e pastosos, não se adéqua ao recebimento de líquidos. Para construí-la a fossa seca é necessário garantir uma boa distância de casa e de qualquer fonte de água. Não deve ser construída em terrenos propícios a inundações. Consiste na escavação direta sem revestimento.


Fossa negra? Fossa Seca? Séptica? Afinal, qual a diferença entre elas?

Reformar, construir ou manter: seja qual for o seu caso, conhecer cada aspecto da casa é essencial para minimizar a possibilidade de problemas e garantir o bom funcionamento de suas instalações. E, também, é claro, saber o que fazer quando houver necessidade de reparo em sistemas de esgoto. É o caso, por exemplo, dos diferentes tipos de fossas.

Unidades primárias de tratamento de resíduos sanitários. Normalmente se ouve falar, mas muitas vezes nem se sabe a diferença entre elas e qual a mais indicada onde não há serviço de coleta de esgoto. Na verdade, grande parte das cidades brasileiras ainda não dispõem de redes de esgoto. Nestas localidades, os moradores utilizam fossas.

E todas elas precisam de manutenção constante, de limpeza especializada e responsável por uma Empresa Desentupidora ou um órgão responsável. Mas atenção, porque apenas empresas sérias devem fazer a limpeza, uma vez que os detritos precisam ser descartados nas estações de tratamento, por lei. O descarte irregular é crime inafiançável, sendo responsabilizado o gerador do resíduo, ou seja, você, o proprietário da fossa.

Também bastante rudimentar, ela é uma solução sanitária individual. A partir de uma escavação direta no solo do terreno, sem revestimento ou com paredes de tijolos ou tábuas, é feita uma tampa (laje) que serve de piso para a casinha externa construída fora da moradia. Um orifício aberto no piso oferece passagem para os dejetos sanitários.


ABNT regulamenta construção de fossas Seca 

A regulamentação 7229 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determina o acompanhamento da construção de fossa seca por um engenheiro civil. De qualquer forma, seja qual for o tipo de fossa utilizada a limpeza adequada é fundamental, de acordo com a legislação. Fossa séptica se trata de um sistema de tratamento de esgoto sanitário.

Que ocorre em domicílios; é uma unidade que atua química e fisicamente nos dejetos. Por ser mais utilizada na zona rural (por não ter tratamento de esgoto), a fossa séptica atua purificando a água vinda dos vasos sanitários para ser devolvida ao meio ambiente com o mínimo de impacto ambiental. Primeiramente, os dejetos vindos dos vasos sanitários.

São depositados em um tanque com aproximadamente 30 metros de distância da residência, constituído por alvenaria, concreto ou outro material que mantenha os aspectos básicos de segurança, longevidade e resistência; medindo no mínimo 1.250 litros, onde ocorre um processo de decantação, no qual a parte sólida.

Se deposita no fundo para sofrer decomposição por bactérias anaeróbicas. Tal tanque contém uma válvula de escape para que os gases produzidos pelas bactérias no processo de fermentação possam escapar. Conforme a fossa vai enchendo, o líquido ali contido passa através de um cano na parte superior da fossa para a parte inferior do segundo tanque.

No qual enche obrigando o líquido a passar por um filtro formado por rochas como cascalho e areia. Após esse processo de filtração, o líquido é depositado em outro tanque denominado de sumidouro onde posteriormente é reutilizado ou devolvido ao meio ambiente. Outros tipos estruturais da fossa séptica ainda incluem mecanismos.

Para adição de reagentes como o cloro, que atua na eliminação de microrganismos tornando a água potável.O tamanho dos tanques varia de acordo com a quantidade de indivíduos que utilizem o esgoto sanitário. O esgoto originário de pias e ralos não deve entrar em contato direto com os resíduos direcionados com a fossa séptica.

Pois os materiais químicos, como os materiais de limpeza por exemplo, interferem no processo de decomposição, matando as bactérias. Por contar com vários microrganismos infeciosos, medidas de segurança devem ser tomadas antes da construção ou instalação da fossa séptica; não deve ser instalada próximo a poços artesianos.

Para evitar que vazamentos ou a própria água que o poço libera, entre em contato com a água de consumo humano, animal e vegetal. Quando a fossa possui instalação subterrânea, as tampas não devem ser muito grandes, para minimizar riscos de desabamento. Fossa sépticas mal instaladas ou mal construídas podem ocasionar.

As fossas sépticas (português brasileiro) ou séticas (português europeu) [a] são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e barata de disposição dos esgotos indicada, sobretudo, para a zona rural ou residências isoladas.

O esgoto in natura deve ser lançado em um tanque ou em uma fossa para que com o menor fluxo da água, a parte sólida possa se depositar, liberando a parte líquida. Uma vez feito isso bactérias anaeróbias agem sobre a parte sólida do esgoto decompondo-o. Esta decomposição é importante pois torna o esgoto residual com menor quantidade de matéria orgânica.

Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio. No tratamento primário de esgoto doméstico, sobretudo nas zonas rurais, podem ser utilizadas as fossas sépticas que são unidades nas quais são feitas a separação e transformação da matéria sólida contida no esgoto.


As fossas sépticas são uma estrutura complementar e necessária às moradias

sendo fundamentais no combate a doenças, vermisoses e endemias (como a cólera), pois diminuem o lançamentos dos dejetos humanos diretamente em rios, lagos, nascente ou mesmo na superfície do solo. O seu uso é essencial para a melhoria das condições de higiene das populações rurais e de localidades não servidas por redes de coleta pública de esgotos.

Esse tipo de fossa consiste em um tanque enterrado, que recebe os esgotos (dejetos e água servidas), retém a parte sólida e inicia o processo biológico de purificação da parte líquida (efluente). Mas é preciso que esses efluentes sejam filtrados no solo para completar o processo biológico de purificação e eliminar o risco de contaminação.

As fossas sépticas não devem ficar muito perto das moradias (para evitar mau cheiros) nem muito longe (para evitar tubulações muito longas). A distância recomendada é de cerca de 4 metros. Elas devem ser construídas do lado do banheiro, para evitar curvas nas canalizações. Também devem ficar num nível mais baixo do terreno.

O tamanho da fossa séptica depende do número de pessoas da moradia. Ela é dimensionada em função de um consumo médio de 200 litros de água por pessoa, por dia. Porém sua capacidade nunca deve ser inferior a mil litros. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), através das normas NBR 7229 e 13969.

Normalmente a limpeza é feita anualmente e deve ser deixado certa quantidade de lodo no fundo do tanque para que o processo de crescimento das bactérias responsáveis pela digestão anaeróbia se desenvolva novamente de maneira mais acelerada. Entretanto, apesar da simplicidade de operação, a limpeza dos tanques sépticos são fortemente negligenciados no Brasil.

Os intervalos pré-determinados para a remoção do lodo de fundo não são respeitados e sua remoção é feita, normalmente, quando a unidade já apresenta dificuldades de funcionamento. Somado a isso, em poucos casos há o controle do lodo removido dos tanques, de forma que a destinação final empregada não é a adequada, colocando em risco o ambiente .


Condições Gerais

Aplicação: O uso de Tanques Sépticos aplica-se primordialmente ao tratamento de esgotos domésticos.

Substancias toxicas: Em caso de utilização de Tanques Sépticos para tratamento de efluentes contendo substâncias tóxicas, devem ser observados cuidados especiais para a disposição final do lodo.

Utilização: A utilização dos Tanques Sépticos é indicada nos seguintes casos: 1. Áreas desprovidas de rede pública coletora de esgotos; 2. Alternativa ao tratamento de esgoto em áreas providas de rede coletora local; 3. Quando há utilização de redes coletoras com diâmetro e/ou declividade reduzidos.

Restrições: É proibido o encaminhamento de despejos capazes de interferir negativamente nas fases de tratamento de efluentes do tanque séptico, bem como aumentar de forma excessiva a vazão do efluente que adentra a unidade de tratamento, tais como águas pluviais e despejos provenientes de piscina e de lavagem de reservatórios de água.