Normas para fossas sépticas

Normas para fossas sépticas

Normas para fossas sépticas – As fossas sépticas são muito comuns em áreas afastadas dos centros urbanos e em zonas rurais. As fossas sépticas são de grande importância para a manutenção da saúde de todos os moradores de uma residência e também para o meio ambiente. Porém, os efluentes domésticos tratados pelas fossas sépticas são produtos complicados e que precisam de bastante cuidado na hora do tratamento e principalmente no descarte. 

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As normas da NBR são feitas para sempre garantir a segurança e a praticidade de vários procedimentos. A construção, manutenção e a limpeza de fossas sépticas nunca devem ser feitos por pessoas sem experiência ou autorização para realizar estes serviços. Além do risco de a fossa ser danificada em um procedimento realizado sem os devidos cuidados e procedimentos, ainda há o risco direto para a saúde humana e para todo o meio ambiente.

Confira as principais normas que regem os procedimentos ligados às fossas sépticas.

Como dissemos, as normas da ABNT BNR te como principal objetivo garantir a segurança e a praticidade de vários procedimentos. No caso das fossas sépticas a ideia é garantir o bem-estar geral e a preservação da fauna e flora do meio ambiente. Estas são normas importantes, por este motivo a Esgotecnica vai dar alguns detalhes sobre ela, confira! NBR 7229- Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.

“Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos, incluindo tratamento e disposição de efluentes e lodo sedimentado. Tem por objetivo preservar a saúde pública e ambiental, a higiene, o conforto e a segurança dos habitantes de áreas servidas por estes sistemas” A NBR 7229 entre em detalhes sobre as dimensões necessárias para o projeto, incluindo profundidade útil.

Os cálculos são devidamente explicados, incluindo o dimensionamento do tanque, a contribuição de despejos e período de detenção dos dejetos. NBR 13969 Tanques sépticos – Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos – Projeto, construção e operação A NBR 13969, de 1999 informa que: “Esta Norma tem por objetivo oferecer alternativas de procedimentos técnicos para o projeto.

As alternativas aqui citadas devem ser selecionadas de acordo com as necessidades e condições locais onde é implantado o sistema de tratamento, não havendo restrições quanto à capacidade de tratamento das unidades. Conforme as necessidades locais, as alternativas citadas podem ser utilizadas complementarmente entre si, para atender ao maior rigor legal ou para efetiva proteção do manancial hídrico, a critério do órgão fiscalizador competente.”

Como é possível notar, esta norma trata de assuntos similares a primeira norma citada. Porém, com algumas atualizações e alternativas, além um detalhe importante: As normas relacionadas a disposição dos dejetos da fossa. Em relação ao descarte de dejetos, a norma fala sobre as preocupações contra a contaminação de aquíferos, manutenção da condição aeróbica na vala, sistemas de reuso local grau de tratamento necessário.

Como saber se uma empresa segue as normas para utilização e manutenção de fossas sépticas

Ao contratar uma empresa de limpeza de fossas, é de suma importância contar saber se a empresa segue todas as normas e procedimentos necessários para a limpeza da estrutura. Assim, você garante que não haverá nenhuma alteração no funcionamento da fossa que possa prejudicar o tratamento de esgoto. Você também garante que a empresa fará o descarte correto dos dejetos, sem contaminar o meio ambiente. 

Mas como saber que a empresa realiza os procedimentos corretamente?

Todas as empresas de limpa fossa devem possuir os registros e autorizações necessárias para realizar atividades nesta área. Cada estado possui maneiras diferentes de autorizar uma empresa e garantir que ela segue todas as normas. Sempre procure por empresas que apresentam todas as certificações. Lembre-se que muitas vezes o barato pode sair caro, e a cobrança pode vir mais cedo do que imaginamos.

Manutenção de fossas sépticas

Fossa séptica é um tanque capaz de prender os dejetos vindos de banheiros e cozinhas transformando-os em material menos agressivo à natureza. Os líquidos sem cheiro que se formam no fundo do tanque a partir desses dejetos são os efluentes. Essas fossas deverão satisfazer as seguintes condições, além do disposto no Código de Edificações e nas Normas Técnicas Especiais:

– não receber águas pluviais nem despejos industriais que possam prejudicar as condições de seu funcionamento;

– possuir capacidade adequada ao número de pessoas a atender, com dimensionamento mínimo para a contribuição de cinco pessoas;

– ser construídas com material de durabilidade e estanqueidade adequadas ao fim a que se destinam;

– ser localizadas em áreas livres com

facilidade de acesso, tendo em vista a necessidade periódica de remoção do lodo digerido. O lodo digerido das fossas sépticas deverá ser removido a cada 24 (vinte e quatro) meses, em volume igual a 2/3 (dois terços) da capacidade total da fossa. Os efluentes provenientes de caminhões limpa-fossa serão dispostos em locais adequados, tais como estações de tratamento de esgotos ou leitos de secagem de lodos, conforme normatização específica.


Normas para fossas sépticas


Normas para fossas sépticas: Porto Alegre

As fossas sépticas (português brasileiro) ou séticas (português europeu) [a] são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e barata de disposição dos esgotos indicada, sobretudo, para a zona rural ou residências isoladas. Todavia, o tratamento não é completo como numa estação de tratamento de esgotos.