Tratamento de esgoto em condomínios

Tratamento de esgoto em condomínios

Tratamento de esgoto em condomínios o tratamento de esgoto em condomínios é um pouco diferente do tratamento em residenciais. 

Se liguem diretamente à rede, já os que não ficam nessas áreas devem ter uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) própria. As Estações de Tratamento de Efluentes está cada vez mais popular em condomínios. 

É possível encontrar este tipo de estrutura tanto nos condomínios verticais quanto nos horizontais, sejam de alto padrão ou populares. Essa popularidade não é à toa.Os novos sistemas de tratamento de esgoto em condomínios.

São bem eficientes, estão cada vez mais acessíveis e podem até gerar economia. Sem contar que fazem bem para o meio ambiente. A limpa fossa porto alegre 24horas traz para vocês um artigo.

 Que fala mais sobre o tratamento de esgoto em condomínios e como ele é feito!


Como é feito o tratamento de esgoto em condomínios

Até poucos anos atrás os condomínios optavam pelo uso das fossas sépticas para o tratamento de esgoto. A fossa séptica funciona de forma bem simples, coletando todo o esgoto sendo tratado em três processos simples.

Primeiro todo o esgoto é coletado em uma fossa séptica. Dentro dessa fossa há o processo de decantação, onde o sólido é separado do líquido com ajuda da gravidade. Depois há um processo biodigestor realizado por bactérias.

Após esse processo o esgoto está 90% tratado e já pode voltar para o ambiente através do sumidouro sem causar danos para a natureza. No fim do processo, o lodo que sobra na fossa deve ser limpo por empresas profissionais.

 E destinados a aterros sanitários adequados.


Bem simples. Não é mesmo?

Porém, em condomínios com muitas pessoas, a fossa não é mais considerada a melhor opção por causa do volume necessário para o tratamento.  Sem contar que as novas legislações também fazem os condomínios de grande porte.


Como funciona as ETEs?

As Estações de Tratamento de Efluentes são mais complexas que os sistemas que utilizam fossas. Ele tem um procedimento dividido em diversas etapas. Confira quais são de modo geral:

Os efluentes, da cozinha e do banheiro, saem dos apartamentos e vão até a estação elevatória. Aqui há o processo de gradeamento, onde o sólido é separado do líquido de forma mais grossa. O sólido é limpo por uma empresa especializada tal como no casso da fossa séptica e o líquido é bombeado para o resto do processo de tratamento. Também acontece processo de decantação neste primeiro momento.

O líquido é bombeado para os reatores que realizam o processo biodigestor. Aqui o líquido também é aerado para melhorar a limpeza e o tratamento do esgoto. 

O processo de limpeza é feito por bactérias que são mantidas dentro do sistema. As bactérias produzem o lodo que vai para a área de secagem antes de também ser encaminhado para aterros.

Alguns modelos de ETEs tem um processo automatizado de embalar o lodo para ser despejado. Durante o processo dos reatores, é produzido o biogás, que contém metano. 

Esse gás é inflamável e é aqui que entra uma das principais vantagens das ETEs. O biogás é queimado para ser convertido em CO2 (O gás carbônico é menos poluidor do que o Metano). 

Porém, dependendo do projeto, o condomínio pode utilizar a queima do metano para gerar energia. Trazendo economia para o consumo de energia do prédio.

Alguns ETEs tem um processo final com cloro e outros com luz Ultravioleta (UV). Tanto o cloro quanto o UV desinfetam a água. Depois disso ela está totalmente tratada.

Após o final deste percurso a água pode ser devolvida para o ambiente através de sumidouros ou reutilizada para a irrigação de plantas e gramados além da limpeza em alguns lugares.


Qual o sistema escolher?

Essa é uma pergunta que pode ser respondida apenas pelo engenheiro responsável pelo projeto de tratamento de esgoto no condomínio. Ele vai tomar essa decisão baseado em diferentes fatores.

Já em relação ao preço, deve ser escolhido pensado nas vantagens e na qualidade de vida dos moradores. Como dissemos, existem diferentes vantagens para quem utiliza as ETEs.

Isso quer dizer que apesar do preço alto, depois de um tempo é possível recuperar o valor na economia de água e energia que é possível fazer com esses sistemas.

As ETEs são mais eficientes e muito mais amigáveis com o meio ambiente. Trazendo não apenas as vantagens econômicas, mas diminuindo bastante o efeito causado pelo imóvel no meio ambiente.

Hoje em dia muitos moradores estão preocupados com a natureza e quais as ações do condomínio para proteger o meio ambiente.

Esses são fatores importantes na hora de decidir qual o sistema de tratamento é o mais indicado para o empreendimento.


Tratamento de esgoto no condomínio

A ETEs (Estação de Tratamento de Efluentes Sanitários) é um sistema modular para tratamento biológico de esgoto. Sua aplicação é recomendada para residências, edifícios e condomínios residenciais, indústrias, parques.

Casas de praia, chácaras, sítios, fazenda e todas as situações em que não haja atendimento por uma rede pública de esgoto. O uso das ETEs nas indústrias em condomínios horizontais e verticais.

Populares de alto padrão vem se tornando cada vez maior, pois o cliente está sempre mais exigente na escolha do imóvel, no que diz respeito aos condomínios.


O aumento de uso de ETEs

Outro fator importante para demonstrar esse aumento no uso de ETEs, são as mudanças nas legislações ambientais e a fiscalização dos órgãos ambientais para esse tipo de empreendimento.

Pois não pode deixar apenas a mão do setor público, deve sim cobrar dos empreendedores para que procurem alternativas eficazes para minimizar o impacto ambiental. Além da necessidade de descartar efluentes.

Com uma qualidade aceitável, onde o mesmo seja danoso ao meio ambiente. Antigamente era muito comum a fossa séptica, era bastante usada em condomínios residências, como forma de tratamento de esgoto.

Onde o esgoto era depositado em um poço onde a parte líquida é absorvida pelo solo e a sólida é removida mecanicamente.  Porém essa técnica está deixando de ser usada, devido ao prejuízo ambiental.

Que a mesma estava causando, pois a contaminação do lençol freático é gritante.  Mas com o desenvolvimento de novas tecnologias e a chegada das ETEs compactas, outros setores podem agora tratar de maneira adequada.

Seus efluentes e até mesmo reaproveitá-los em outras atividades como jardinagem. Limpeza e reabastecimento de vasos sanitários, fazendo assim que seja de extremo interesse dos condomínios. Pois em condomínios.

A necessidade de um esgoto bem tratado é muito importante. Pois além do bem ao meio ambiente. A economia de água é muito grande, fazendo com que os gastos do condomínio diminuam bastante, assim refletindo positivamente.

No bolso dos condôminos. Devido a diminuição na taxa do condomínio. Antigamente. Tratar efluentes há 15 anos era muito caro, hoje permite às empresas e condomínios fazerem economia. Há cinco anos uma estação para atender.

20 mil pessoas custava em média R$ 10 milhões, hoje ela pode ser comprada. Por até R$ 2 milhões. A empresa Mizumo não fala em valores, mas estima que nos últimos cinco anos as melhorias nos processos produtivos.

Desenvolvimento de fornecedores e otimizações logísticas. Permitiram que eles conseguissem uma redução de preços de aproximadamente 40%. As estações que antes demandavam áreas enormes e manutenção especializada.

Hoje podem ser compactas. Subterrâneas e ter sua manutenção realizada até uma vez por ano. As vantagens de novas tecnologias e redução de espaços, aliadas à economia financeira, pois os valores deduzidos da conta dizem respeito.

Não só ao volume de água potável economizada, mas também contabilizam a redução do volume de esgoto descarregado na rede pública de saneamento, tornam cada vez mais atrativas e acessíveis as Estações de Tratamento.